O clima da Sem Loção será de sedução neste sábado! E não só entre o público. Terminada a exibição de “Carnage” no Vivo Open Air, para onde vão os espectadores? Os DJs precisam conquistá-los para que fiquem até tarde – e de quebra – ajudem a bater o recorde da famosa festa “sem noção”, cuja corruptela inspirou o nome insólito.
“A intenção é fazer com que o cara saia do filme e pense em tomar mais uma cerveja para ouvir outras duas músicas e assim por diante. Quando ele se der conta, já são 4h30 da manhã e ainda tá lá dançando. Até porque toca aquela música que você ouvia com 13 anos e te faz lembrar ‘cadê o fulaninho que sempre ouvia essa música comigo?’ A gente espera que seja a edição de maior público” explica Emmanuel Vilar, um dos organizadores da festa.
E para isso, haja gente sem noção! A festa que começou com 300 pessoas num despretensioso welcome back da DJ Lala foi se repetindo até chegar a um público de 1200 pessoas, e se mudando de Pernambuco para São Paulo. Os ingressos já estão nos últimos lotes.
“Tenho visto muita gente comentando. Fui jantar num restaurante nada a ver comigo e ouvi o pessoal conversando sobre a festa. Cada vez mais chega um público novo, que só quer se divertir” explica ele.
Sem nenhum conceito por trás, a diversão é o simples intuito da Sem Loção. A promessa é contagiar o pessoal à altura de honrar seu trocadilho. “As pessoas perdem as estribeiras e vão até as últimas consequências para se divertir, por isso ela poderia ser considerada sem noção. É para lamber o chão e sair suado de tanto dançar“, diz Vilar. Garanta já seu ingresso!
Confira um pouco do que rolou na Festa Veneno, aqui no Vivo Open Air.
Confira como foi o show de Tulipa Ruiz no palco do VIVO OPEN AIR, logo após o filme “O Poderoso Chefão”.
Um mafioso italiano de voz serena e rouca, na impune América nos anos 40, contrasta sua serenidade com o medo provocado por cada uma de suas falas, de sotaque acentuado. Estes detalhes que compõem o personagem Don Vito Corleone, em “O Poderoso Chefão”, foram decisivos para Marlon Brando ser premiado com o Oscar de Melhor Ator em 1973.
Há quem diga que a voz impostada tenha sido inspirada na de Frank Costello, um mafioso real da época. Fato é que o próprio ator foi quem sugeriu a utilização de próteses nas bochechas para que a voz saísse tão mansa quanto ele pretendia. O implante que lhe deixava com um ar prognata, aliás, é até hoje exposto num museu em Nova York.
A lógica de toda essa caracterização é simples: por que ele deveria falar alto se o temor estava implícito em seu poder de persuasão? Somente para os familiares este pensamento não fazia sentido. E aí uma de suas frases emblemáticas entra em cena. “Tenho uma fraqueza sentimental pelos meus filhos. Como pode ver, eu os estraguei. Eles falam quando deveriam ouvir“.
Outra “pérola” muito famosa, logo no começo do filme, ambienta toda a história que se passa no casamento de sua “queridinha”. “Não me lembro da última vez que você tenha me convidado para um café em sua casa, mesmo sendo minha mulher madrinha da sua única filha. Mas agora você vem até mim e diz: Don Corleone faça justiça. Mas não pede com respeito, não oferece amizade. Você nem pensa em me chamar de Padrinho. Ao invés disso, você entra na minha casa, no dia do casamento de minha filha e me pede pra matar por dinheiro”.
Confira outras frases célebres que você vai poder acompanhar no maior telão a céu aberto do mundo – e, claro, com um poderoso sistema de som, nesta sexta-feira no Vivo Open Air. (Clique aqui para garantir seu ingresso!)
“Um homem que não se dedica a família nunca será um homem de verdade”.
“Quem lhe oferecer segurança será seu traidor”.